Ao viajar de avião recentemente, atentei para uma questão: por que nos aviões somos orientados a ficar com o cinto de segurança durante boa parte do vôo, e, na maioria dos ônibus que fazem trajeto dentro da cidade, sequer vemos este item de segurança? Excesso de zelo na aviação ou descaso total no transporte urbano? Mais uma questão para reflexão...
domingo, 14 de setembro de 2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Fiasco olímpico
Tirando algumas boas surpresas e outras confirmações, foi generalizada a sensação de decepção com o retrocesso do desempenho olímpico brasileiro. Tenho a humildade de não me arriscar a ser o comentarista de ocasião. Nem vou entrar no mérito dos questionamentos que começam a surgir quanto ao dinheiro investido no Comitê Olímpico Brasileiro. Aposto que se tivéssemos voltado recheados de medalhas, ninguém estaria questionando se o dinheiro foi aplicado corretamente. Claro que, se houve irregularidades e abusos, devem ser apurados e os responsáveis, punidos.
Mas infelizmente (ou felizmente) nem sempre o dinheiro investido em algum projeto é garantia de retorno na forma do resultado esperado. Digo "ou felizmente" porque também nos conforta saber que o sucesso não é dependente exclusivamente do dinheiro, o que nos permite sonhar alto, mesmo sem muitos recursos. Mas a ajuda financeira sem dúvida é um bom passo. Sou amplamente favorável ao aumento do investimento no esporte, e espero que o dinheiro que se comenta ter sido investido realmente tenha se refletido em melhoria de condições para os atletas brasileiros.
Arrisco dizer que o nosso grande problema em Pequim foi a falta de confiança. A síndrome do "amarelar na hora H". Pior era o sentimento de autopiedade, com declarações como "Para o Brasil, já foi um ótimo resultado", "Não dá para competir com eles nesse esporte, eles são imbatíveis", "Eles têm muito melhores condições no país deles do que nós no Brasil". Fosse assim, a Jamaica não poderia ter ficado à nossa frente no quadro de medalhas, nem Cuba. O grau de pobreza ou riqueza de um país frente ao nosso não pode servir de desculpa para mascarar nossos próprios erros.
Mas infelizmente (ou felizmente) nem sempre o dinheiro investido em algum projeto é garantia de retorno na forma do resultado esperado. Digo "ou felizmente" porque também nos conforta saber que o sucesso não é dependente exclusivamente do dinheiro, o que nos permite sonhar alto, mesmo sem muitos recursos. Mas a ajuda financeira sem dúvida é um bom passo. Sou amplamente favorável ao aumento do investimento no esporte, e espero que o dinheiro que se comenta ter sido investido realmente tenha se refletido em melhoria de condições para os atletas brasileiros.
Arrisco dizer que o nosso grande problema em Pequim foi a falta de confiança. A síndrome do "amarelar na hora H". Pior era o sentimento de autopiedade, com declarações como "Para o Brasil, já foi um ótimo resultado", "Não dá para competir com eles nesse esporte, eles são imbatíveis", "Eles têm muito melhores condições no país deles do que nós no Brasil". Fosse assim, a Jamaica não poderia ter ficado à nossa frente no quadro de medalhas, nem Cuba. O grau de pobreza ou riqueza de um país frente ao nosso não pode servir de desculpa para mascarar nossos próprios erros.
Agora o que se deveria fazer é analisar e responder a algumas perguntas, por exemplo: dos países que ficaram à nossa frente, quais têm bons modelos de treinamento e incentivo ao esporte? Desses, quais têm mais a ver com a nossa realidade? Quais experiências podem ser implementadas aqui? O que fazer para que nossos atletas tenham mais segurança na hora em que realmente precisam demonstrar o que são capazes de fazer?
Só não podemos é deixar que duas coisas terríveis aconteçam: 1) que usemos a desculpa do fiasco olímpico para deixar de investir no esporte e nos nossos atletas, e 2) que nos acostumemos a achar que somos um povo derrotado, que pode sempre se escorar nas suas dificuldades para justificar erros que delas independem.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Ausência
Queridos, o trabalho e a faculdade estão me deixando um pouco distante de vocês, não é? Mas ainda tenho muito a lhes falar sobre temas como política, administração pública, assessoria parlamentar, publicidade e divagações despretensiosas. As idéias estão florescendo, os rascunhos surgindo, só falta materializar aqui.
De recado, só reafirmo o quanto é gratificante poder ajudar a administração pública a ser mais eficiente! Cada cidadão satisfeito é um motivo de alegria para o meu coração, e assim deve ser para a maioria dos servidores públicos. Idéias e planos para adotar critérios práticos na medição do grau de eficiência da administração pública? Escrevam pra mim e contem! Vamos levar isso adiante, ok?
De recado, só reafirmo o quanto é gratificante poder ajudar a administração pública a ser mais eficiente! Cada cidadão satisfeito é um motivo de alegria para o meu coração, e assim deve ser para a maioria dos servidores públicos. Idéias e planos para adotar critérios práticos na medição do grau de eficiência da administração pública? Escrevam pra mim e contem! Vamos levar isso adiante, ok?
quarta-feira, 30 de julho de 2008
O caso Varig e a defesa do interesse nacional
Caros leitores, vale a pena ler a matéria da Agência Senado intitulada "Comandante diz que venda da Varig foi uma fraude", clicando aqui. É bom nos mantermos sempre informados para poder ver a quantas anda a defesa dos interesses nacionais, não é mesmo? Afinal de contas, até hoje a venda de uma companhia tão respeitada internacionalmente, que desbravou os caminhos da aviação nacional e levou o nome do Brasil para os hangares de todo o mundo não convence os milhares de ex-funcionários e os milhões de brasileiros que admiravam a empresa. O nome Varig é tão forte que, mesmo após anos de sua saída de operação, permanece vivo no coração dos brasileiros.
Assinar:
Postagens (Atom)