quinta-feira, 20 de maio de 2010

Inserções do PDT na TV



Teve início na última segunda-feira (17/05) a propaganda partidária do PDT-DF. Ao todo, serão 40 inserções no rádio e outras 40 na televisão, de 30 segundos cada, veiculadas durante a programação dos canais abertos entre 18h e 22h. De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, o programa do PDT será exibido ainda nos dias 19, 21, 24, 26, 28, 31 de maio e 2 e 4 de junho. Além de imagens da militância, de pré-candidatos e dos presidentes de zonais, têm destaque as falas do Presidente Regional da legenda, Ezequiel Nascimento, do Senador Cristovam Buarque, do Deputado Distrital José Antônio Reguffe,
e dos filiados Délio Cardoso e Marcelo Moraes, além deste blogueiro.

Com informações da Assessoria de Imprensa do PDT-DF

Não basta só a ficha...




A Juventude Nacional do PDT-DF lançou a "Campanha pelo Voto Limpo", uma iniciativa voltada para o eleitorado que visa conscientizar as pessoas sobre a necessidade de, além de se prestar atenção à "ficha" dos candidatos, também analisar as suas propostas, valores éticos e competência.

A campanha pretende orientar o eleitor a não votar em troca de favores, dinheiro ou benefícios pessoais. De caráter nacional, a iniciativa contará com a distribuição de adesivos, cartazes e camisetas. Maiores informações podem ser obtidas no endereço eletrônico http://www.jspdt.org ou pelos telefones (21) 2232-0121 ou (21) 7675-5561.

domingo, 2 de maio de 2010

Andando em círculos

Foto: Gustavo Hamu

Final de governo, e vença quem vencer, a sociedade brasileira volta a enfrentar o velho problema de sempre: substituição de ocupantes de postos no governo, exoneração em massa de ocupantes de cargos em comissão, interrupção de projetos na metade, início de outros novos, guinada de 180º em algumas políticas públicas (e de 360º em outras...), resultando numa descontinuidade sempre prejudicial ao desenvolvimento do País. Não estou criticando aqui a averiguação e auditoria sobre eventuais deslizes da gestão anterior, o que é benéfico e necessário. Estou falando na mudança de estilo de gestão que o novo ocupante do cargo sempre quer imprimir ao assumir o posto. Aí discute-se qual a melhor forma de apresentar aquela planilha, como redigir da melhor maneira o texto do projeto... ignora-se a memória institucional com a crença no "o meu jeito é o melhor". E muitas vezes sequer há a referida memória institucional, já que o nível de troca de funcionários chega a ser tão grande que literalmente não sobra ninguém para contar a história.

Isso tem que acabar. Os cargos em comissão são necessários e importantíssimos sim, mas nas funções de direção e assessoria, para ajudar os dirigentes máximos a carregar o piano e implementar as políticas de acordo com o governo vigente. Mas quando as rotinas burocráticas essenciais são executadas por ocupantes de cargos de confiança, não há a desejada manutenção das rotinas, justamente por faltar-lhes a estabilidade dos servidores efetivos, e estarem sujeitos a exoneração na gestão seguinte. Resumindo: o País ganharia muito mais com um sistema de cargos em comissão de número reduzido, que estivessem limitados a estar presentes próximos ao topo, deixando a base exclusivamente para os servidores de carreira. E ganharia também se os novos ocupantes dos cargos procurassem respeitar mais as rotinas desenvolvidas pelos seus antecessores, a fim de ganhar tempo e "andar para frente", em vez de andar em círculos. Para se implementar a visão política do governo da situação, qualquer que seja, não é preciso reinventar a roda. Precisamos sim é avançar, em busca do desenvolvimento.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

A segurança de quem cuida das nossas vidas

Hoje em dia, o foco das atenções em termos de políticas públicas e da prestação dos serviços públicos pode ser sintetizado pelo tripé saúde, educação e segurança. Com raras exceções em cada uma delas, o que têm de honrosas as carreiras, têm de mal remuneradas. O Estado continua preferindo remunerar melhor o assessor do alto escalão do que aquele que alfabetizará 10 mil crianças em sua vida de serviços prestados à população, aquele que salvará mil vidas ou aquele capaz de acabar com a dor de outros milhares de pessoas. Ou ainda, aquele que dará a sua própria vida para proteger a sociedade.

E a segurança não é garantida somente pelos policiais e bombeiros, que têm essa função intrinsecamente associada ao seu mister, mas também, no âmbito privado, pelos vigilantes e porteiros. É inegável a importância dessas duas categorias para a manutenção da ordem pública. No caso dos porteiros, a situação é mais complicada: desarmados, são incumbidos de zelar, dia e noite, pela integridade do patrimônio e das vidas de dezenas de famílias em cada condomínio em que trabalham. Além disso, não costumam ter um "botão de emergência" para o caso de alguma eventualidade, um serviço de segurança complementar ou uma blindagem especial no vidro de sua cabine. Estão lá, com a sua cara e coragem, cuidando das nossas vidas. Sem dúvida, é uma categoria que merece atenção de moradores, administradores e gestores públicos. Fiquemos mais atentos aos problemas daqueles que, dia e noite, nos permitem chegar com segurança aos nossos lares.