Mas essa conversa mole não é capaz de me redimir do chá de sumiço que andei tomando nesses últimos dias. Por isso, o blogueiro aqui pede desculpas a todos vocês, amigas e amigos queridos. O que eu gostaria, na verdade, é de manter esse nosso contato diariamente, mas nem sempre consigo tempo, após o cansaço de um dia de trabalho e uma noite de estudos, para tentar escrever algo que possa ser interessante a vocês.
Para se ter uma idéia, estou longe das mixagens em festas, mesmo as de amigos, desde dezembro do ano passado; não faço uma redação ou revisão de texto há algum tempo e sequer escrevi algum artigo esse ano. Ver a família, os amigos e passear anda sendo coisa rara. Ando devendo participação mais intensa também na vida partidária. A saúde deu alguns sinais de fraqueza. Sinal de que é hora de parar com alguma coisa. Com o blog? Não consigo. Com o trabalho? Não posso. Com a namorada? De jeito nenhum. Restou a graduação, que por ser a segunda mesmo, pode ser concluída de maneira mais vagarosa. Portanto, fica de público anunciado que pegarei poucas matérias no semestre que vem, pelo meu bem e a bem do convívio familiar que acredito que todos precisam e devem ter. E, claro, para fomentar um pouquinho do ócio criativo também.
E nesta uma hora e meia de dia dos namorados, quero ver todos vocês amando, se não algum(a) namorado(a), que seja a Deus, a todos e a vocês mesmos. Não há sentimento mais puro e belo do que o amor, diria algum frasista clichê. Vou além, buscando uma definição: o amor é aquilo de mais bonito e que melhor pode conferir o aspecto concreto, ainda que não claramente palpável (por não se poder limitar), da palavra sentimento.